Há duas coisas que o ser humano se sujeita fazer; e que determinam o tipo de vida que irá possuir, quer seja consciente ou inconscientemente.
A primeira delas é pensar (pois é impossível parar de pensar). Nosso cérebro esta em constante movimento. A segunda é sentir, também é impossível parar de sentir.
A direção que imprimimos à vida irá depender do pleno domínio dos pensamentos e sentimentos.
Em relação aos maus pensamentos e outras falhas de caráter que daí decorrem é preciso adotar um "pensamento autoridade". Quanto aos sentimentos é preciso criar estímulos que mantenham a chama da vontade acesa, alimentando constantemente a consciência da necessidade de ser melhor a cada instante da vida.
Um exemplo prático é o uso do cinto de segurança, que muitos ignoram sua existência nos veículos. É preciso ter a plena consciência de que sua finalidade é salvar vidas e manter a integridade do corpo humano, após isso manter um pensamento autoridade no sentido de sempre usá-lo, independente da distância que irá percorrer no uso do veículo: "Sento no volante e automaticamente coloco o sinto". A lei da repetição irá solidificar essa prática até que o uso torne a ser algo natural.
O que vemos é que muitas pessoas são levadas por pensamento errados e distorcidos da realidade e do momento em que se vive, ou ainda são levadas por uma "vontade fraca", não fazendo uso da consciência lúcida e atuante para o próprio bem do ser.
Mas a mesma lei da repetição faz com que sejam gerados estímulos viciosos e maléficos que conduzem a costumes e julgamentos falhos. Muitas vezes noto que certos pensamentos erroneos e alheios tentam se impor na condução da minha vida.
No caso do cinto de segurança eles se apresentam da seguinte forma: "não gosto de usar..." (manifestando uma vontade fraca quanto ao certo); "acho incômodo ter que ficar colocando e retirando a todo momento" (pensamento falho e vontade fraca); "só até ali, não há perigo..." (mal julgamento); etc. E assim são inumeráveis os pensamentos e sentimentos com desculpas para o não uso do cinto.
Eis as perguntas da consciência: Não seria melhor ser guiado por um pensamento mais inteligente e útil para os instantes da vida? Qual seria o motivo de entregar-se a uma vontade fraca e defeituosa?
Bem, o caso prático do cinto é um exemplo de como é possível vencer a si mesmo em benefício de uma conduta mais inteligente e útil.
O certo é que o homem mais sábio do mundo só pode ser encontrado dentro de nós mesmos, no pleno domínio de si mesmo. Então procuremos ser fortes, valentes, imbatíveis....
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